ONGs alertam que a orientação às pessoas com a doença é tão importante quanto o acesso ao tratamento
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Edelman do Brasil
Carolina Lobo
carolina.lobo@edelman.com
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São Paulo, 01 de junho de 2007
A Associação de Diabetes Juvenil (ADJ) realizará de 3 a 6 de junho, em Brasília, a I Oficina de Trabalho sobre Educação em Saúde para o Diabetes, em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a Federação Internacional de Diabetes (IDF) e com o apoio do Ministério da Saúde. O evento, que conta com o patrocínio da BD, visa debater experiências nacionais e latino-americanas para propor um modelo de educação em diabetes a ser adotado no Brasil. Além de refletir sobre o modelo ideal, os participantes deverão sugerir estratégias para a sua implantação no Sistema Único de Saúde (SUS).
“O controle do diabetes no Brasil depende de dois fatores principais: o acesso ao tratamento e à informação sobre a doença”, afirma Lucas Soler, Coordenador da Rede Nacional de Pessoas com Diabetes (RNPD), o braço político da ADJ, que monitora a observância das leis e o acesso aos medicamentos em cada estado brasileiro.
“O acesso aos medicamentos só faz sentido se as pessoas conhecerem a doença e entenderem como o seu controle deve ser feito”, completa Soler. Por isso, um dos objetivos da ADJ é levar orientação sobre diabetes a dois milhões de brasileiros nos próximos dois anos, por meio de uma rede de educadores presentes no país todo.
Estima-se que 10 milhões de pessoas tenham diabetes no Brasil. Segundo o último Censo Nacional de Diabetes, a doença afeta 7,6% da população brasileira entre 30 e 69 anos. O pior é que metade não sabe que tem a moléstia.
A Federação Internacional de Diabetes alerta que a epidemia de diabetes está fora de controle e afeta 246 milhões de pessoas no mundo. De acordo com a entidade, esse número vai pular para 380 milhões daqui a 20 anos. O maior responsável por esse aumento é o estilo de vida atual, marcado pela alimentação inadequada e a falta de exercícios físicos.
Iniciativas em educação
O diabetes está entre as doenças crônicas mais difíceis de serem administradas pelo paciente. Para controlar o diabetes efetivamente, o portador precisa monitorar a glicemia várias vezes ao dia, identificar precocemente os sintomas de complicações, seguir rigorosamente a prescrição dos medicamentos, adotar uma alimentação específica e praticar exercícios físicos.
Todos esses aspectos devem ser contemplados na educação em diabetes, de acordo com uma revisão recente de vários estudos e práticas sobre o assunto. O mau controle da doença pode levar à perda da visão, ataques cardíacos, derrames cerebrais, amputações de membros e insuficiência renal.
As ONGs, como a ADJ, desempenham um papel de extrema importância na educação dos pacientes, ajudando a suprir a carência nacional de orientação sobre a doença. E a iniciativa privada também vem contribuindo para mudar esse quadro. A BD, empresa americana do segmento médico hospitalar, mantém no Brasil, há 17 anos, o Centro BD de Educação em Diabetes.
Com mais de 70 mil pessoas cadastradas, o centro fornece orientação e realiza atividades educativas, visando ajudar os pacientes a controlar adequadamente o diabetes. Para isso, conta com um serviço de atendimento telefônico gratuito que esclarece sobre a doença, orienta sobre a aplicação de insulina e o monitoramento da glicemia.
Além disso, a equipe do centro BD de Educação em Diabetes ministra palestras e ações educativas para profissionais de saúde, portadores da doença e familiares. Atua nos principais congressos da área e tem participação ativa junto às principais associações do setor.
A BD também edita a revista BD Bom Dia, uma publicação trimestral focada em diabetes e qualidade de vida, que pode ser assinada gratuitamente por meio do Centro BD de Educação em Diabetes.
Serviço
Centro BD de Educação em Diabetes
Fone: 0800-0115097
www.bdbomdia.com
Sobre a BD
Líder global em tecnologia médica, a BD se dedica a melhorar a saúde das pessoas no mundo todo. A empresa produz e comercializa dispositivos e suprimentos médicos, equipamentos laboratoriais e produtos para diagnóstico. A atuação da BD é voltada a melhorar as terapias medicamentosas, reforçar a qualidade e aumentar a velocidade do diagnóstico de doenças infecciosas, além de alavancar a pesquisa e descoberta de novos medicamentos e vacinas. Os produtos e serviços da BD endereçam o combate a muitas doenças de grande impacto no mundo. Fundada em 1897 e sediada em New Jersey (EUA), a BD emprega cerca de 27 mil funcionários em aproximadamente 50 países. A companhia atende a hospitais, clínicas, laboratórios de análises clínicas, indústrias farmacêuticas, pesquisadores e o público em geral. Para mais informações, por favor, visite www.bd.com.